Dias atrás falei sobre convulsões em animais, e gora falaremos do diabetes, o principal causador de convulsões em animais. Foi o que aconteceu com a minha pobrezinha Miney, que na última convulsão não resistiu.
O diabetes mellitus é uma endocrinopatia pancreática comumente vista em cães e gatos, tendo maior incidência em fêmeas e em animais com mais de seis anos de idade. É um estado de hiperglicemia persistente devido à falta de insulina ou ao excesso de fatores que se opõem a sua ação, podendo levar à morte por complicações secundárias a anormalidades no metabolismo de carboidratos, proteínas e lipídios. Pode ser de quatro tipos:
- TIPO 1 ou insulino-dependente: Nesta forma de apresentação há diminuição da síntese de insulina, o que pode ocorrer devido a causas hereditárias ou secundariamente a pancreatite aguda ou atrofia pancreática. Esta é a forma mais comum, havendo tendência ao desenvolvimento de cetoacidose.
- TIPO 2 ou não insulino-dependente: Ocorre resistência periférica à insulina devido à obstrução ou existência de barreira mecânica nos receptores celulares para insulina. A obesidade é a principal etiologia. Neste tipo de diabetes a insulina pode estar normal ou aumentada.
- TIPO 3 ou induzido por hormônios diabetogênicos antagônicos à insulina (glucagon, adrenalina, glicocorticóides, ACTH, hormônio do crescimento, tiroxina). Nesta forma da doença, ocorre interferência na liberação de insulina. Este tipo pode evoluir para o TIPO 1. O aumento de tais hormônios é desencadeado por endocrinopatias que afetam o metabolismo dos carboidratos e induzem à hiperglicemia. O controle da disfunção endócrina básica corrige o desajuste metabólico, o que não acontece com o TIPO 1 hereditário.
- TIPO 4 ou transitório: Ocorre em casos de pancreatite aguda, principalmente em gatos obesos. O TIPO 3 pode ser considerado transitório.
- TIPO 1 ou insulino-dependente: Nesta forma de apresentação há diminuição da síntese de insulina, o que pode ocorrer devido a causas hereditárias ou secundariamente a pancreatite aguda ou atrofia pancreática. Esta é a forma mais comum, havendo tendência ao desenvolvimento de cetoacidose.
- TIPO 2 ou não insulino-dependente: Ocorre resistência periférica à insulina devido à obstrução ou existência de barreira mecânica nos receptores celulares para insulina. A obesidade é a principal etiologia. Neste tipo de diabetes a insulina pode estar normal ou aumentada.
- TIPO 3 ou induzido por hormônios diabetogênicos antagônicos à insulina (glucagon, adrenalina, glicocorticóides, ACTH, hormônio do crescimento, tiroxina). Nesta forma da doença, ocorre interferência na liberação de insulina. Este tipo pode evoluir para o TIPO 1. O aumento de tais hormônios é desencadeado por endocrinopatias que afetam o metabolismo dos carboidratos e induzem à hiperglicemia. O controle da disfunção endócrina básica corrige o desajuste metabólico, o que não acontece com o TIPO 1 hereditário.
- TIPO 4 ou transitório: Ocorre em casos de pancreatite aguda, principalmente em gatos obesos. O TIPO 3 pode ser considerado transitório.
Para mais informações: http://www.portalveterinaria.com.br/veterinaria/cursos/cursos_detalhes.asp?id=290


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